Inaugurada em 1996, a Escola Municipal de Ensino Básico “Estudante Ximena Coelho Pereira” completa 30 anos. Uma das mais queridas escolas de Cosmópolis, formou muitos cosmopolenses nestes trinta anos, prezando sempre pela qualidade, participação da efetiva da comunidade escolar e promoção de uma educação construtiva.
Localizada na avenida da Saudade, sua arquitetura é única na cidade: com os famosos tijolos à vista, também é lembrada por simplesmente “Ximena”.
Sua inauguração foi no dia 04 de agosto de 1996, ainda no governo do prefeito Mauro Pereira. Na época, ela atendia crianças de primeira à quarta (séries), foi ampliada e hoje atende também alunos de 6° à 9° anos, no Ensino Regular, além da Educação de Jovens e Adultos (EJA) no período noturno.
De acordo com o site da Prefeitura de Cosmópolis, a escola Ximena conta com um corpo docente de 68 professores (entre efetivos e contratados) e 19 funcionários. Desde 2018, a escola também é polo da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) com cursos de Pedagogia e Engenharia de Produção, todos administrados pelo Governo de São Paulo.
Neste sábado (08), a direção da escola promove um evento em comemoração dos 30 anos da escola. “Três décadas de histórias, aprendizados, amizades e conquistas que constroem a nossa trajetória com orgulho e dedicação”, diz trecho da publicação da escola; o evento acontecerá na própria unidade escolar às 15h.
Quem foi Ximena?
De acordo com o site da Prefeitura de Cosmópolis, Ximena era moradora de Cosmópolis mas nasceu em Bagé, Rio Grande do Sul, em 25 de janeiro de 1975. Filha de Valdir Silva Pereira e Gelsi Coelho Pereira.
Sobre a homenagem, o escritor e jornalista Mano Fromberg em seu livro “Cosmópolis – De Fazenda Funil à Cidade Universo”, Ximena Coelho Pereira não era estudante em Cosmópolis. A sua homenagem se deu por conta da sua morte, precoce, na então rodovia General Milton Tavares de Souza (SP-332) em um acidente automobilístico.
Na época, hoje renomeada de Professor Zeferino Vaz, a SP-332, era alvo de diversas manifestações para sua duplicação que acontecera somente nos anos 2000. Por conta dos altos índices de acidentes, e muitos deles com vitimas fatais, a via chegou a ser apelidada de ‘Rodovia da Morte’.

