O Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil de Cosmópolis está encarregado de realizar as investigações do caso do professor encontrado morto na cidade na tarde do último domingo (16). A identificação do corpo foi feita, de forma oficial, na tarde de segunda-feira (17). Mas o que a polícia sabe?
O professor André Gomes de Menezes lecionava na Escola Estadual Professora Ivete Sala de Queiroz, em Cosmópolis, além de também ensinar a sua matéria de forma online. E foi após uma aula online, que André desapareceu por volta das 16 horas do dia 12 de novembro.
De acordo com informações de familiares, ainda na época do desaparecimento, André teria recebido uma ligação, e logo após atender a chamada telefônica, saiu de casa com seu GM/Ônix branco sem informar qual destino. Na manhã seguinte, sua mãe registrou seu desaparecimento.
A irmã e o cunhado de André Menezes iniciaram buscas por conta própria deslocando até Cosmópolis, onde trabalhava; sem sucesso.
Ainda segundo os familiares, o professor parou de responder ligações ainda na quarta-feira. E a última visualização de um aplicativo de mensagens instantâneas às 16h40 do mesmo dia.
O veículo de André Menezes foi visto deixando Limeira por volta das 16h19, de acordo com os familiares. O veículo teria entrado em Cosmópolis por volta das 16h40, pela rodovia Deputado João Hermann Neto, a SP-133. Ele teria circulado pela cidade entre 16h50 e 16h58 depois não houve qualquer informação sobre o professor.
A família, informou à imprensa, que André não possuía nenhum relacionamento e que levava uma vida tranquila e pacata. Não mantinha vícios e que era uma pessoa bem quista por alunos e pela comunidade escolar.
Na escola que lecionava, a família disse que foi informada que André não possuía nenhum tipo de conflito.
No local onde o corpo foi encontrado – de acordo com os primeiros guardas municipais e chegarem – relataram que não havia marca de pneus nas proximidades, tampouco o carro – GM/Ônix – foi encontrado. Pelo estado de decomposição do corpo, a identificação oficial não foi feita no momento, porém, seus familiares já acreditavam que aquele cadáver era do professor desaparecido.
A família, em nota, informou que não haverá velório. E as investigações ficarão à cargo da Polícia Civil.

